A St George Mining anunciou novos resultados dos estudos de perfuração no Projeto Araxá, em Minas Gerais. “Confirmamos o potencial do ativo como um dos mais relevantes projetos de terras raras e nióbio em desenvolvimento no mundo”, afirma John Prineas, presidente-executivo da St George.
Os estudos indicam intervalos contínuos de até 178 metros de espessura a partir da superfície, associados a teores que atingem até 28% de terras raras e 6,5% de nióbio. Segundo a companhia, essa combinação de espessura e alto teor cria condições logísticas e operacionais altamente favoráveis, sem paralelo entre projetos emergentes.
Um dos principais destaques é o furo AXDD086, que apresentou 178,7 metros a 4,34% de terras raras e 0,75% de nióbio desde a superfície — o maior intervalo mineralizado já registrado no projeto.
Foram realizados cerca de 15 furos de sondagem diamantada. Os resultados incluem ainda:
– AXDD092: 165,3 metros a 4,28% de terras raras e 0,61% de nióbio desde a superfície, com destaque para 110,5 metros a 5,29% de terras raras
– AXDD088: 150,2 metros a 4,64% de terras raras e 0,59% de nióbio desde a superfície
– AXDD080: 163,65 metros a 3,29% de terras raras e 0,45% de nióbio desde a superfície
– AXDD082: 81,05 metros a 5,14% de terras raras e 0,64% de nióbio desde a superfície
De acordo com a companhia, os resultados reforçam a consistência da mineralização ao longo de grandes intervalos e indicam potencial de expansão dos recursos minerais já identificados. Ou seja, os recursos que já colocavam o projeto como de classe mundial demonstram potencial para continuar classificando as formações de Araxá como únicas no mundo.
O depósito do Projeto Araxá é do tipo carbonatito, o mesmo modelo geológico de importantes minas em operação fora da China, como Mountain Pass (EUA) e Mt Weld (Austrália), o que reforça a previsibilidade técnica e o potencial de desenvolvimento do ativo.












