O 14º Fliaraxá – Festival Literário Internacional de Araxá – começa nesta quinta-feira, 14 de maio, quinta-feira, com uma programação que atravessa literatura, memória, educação e cultura popular, reunindo atividades para crianças, estudantes, professores e público em diferentes espaços do Centro Cultural Uniaraxá. Ao longo do dia, o festival promove encontros que dialogam com o tema desta edição — “Meu Lugar no Mundo” — propondo reflexões sobre identidade, território e imaginação. As atividades acontecem no Teatro CBMM, no auditório da Biblioteca, na Academia Araxaense de Letras e em outros espaços do festival, integrando debates, contações de histórias, rodas de conversa, exposições e encontros com autores e convidados.
Abertura oficial

Afonso Borges – foto@alreis
A abertura oficial do 14º Fliaraxá acontece às 18h, no Teatro CBMM, com a participação dos curadores do festival – Afonso Borges, Sergio Abranches, Rafael Nolli e Carlos Vinícius-, representantes da Academia Araxaense de Letras e a entrega da Medalha de Honra ao Mérito aos homenageados Maria de Lourdes Bittencourt de Vasconcellos(foto) e Jerônimo Pereira de Lima.

A programação da noite segue com encontros que aproximam literatura, comportamento, música e reflexão social. Às 19h, a jornalista e escritora Leila Ferreira participa de conversa mediada por Matheus Leitão. Às 20h, o psicólogo e escritor Alexandre Coimbra do Amaral sobe ao palco em encontro mediado por Afonso Borges.

Em seguida, às 21h, o rapper e compositor Djonga participa de um encontro mediado por Alexandre Coimbra do Amaral, em uma conversa que propõe reflexões sobre identidade, pertencimento, trajetória e experiências sociais, ampliando o diálogo entre literatura, música e pensamento contemporâneo.

Dijonga- foto: coniiin
Infâncias, leitura e imaginação abrem o festival
A programação da manhã e início da tarde será dedicada especialmente ao público infantojuvenil, reforçando o compromisso do Fliaraxá com a formação de leitores e com a literatura como espaço de descoberta, criatividade e afeto.
Às 8h30, no Teatro CBMM, Ina Arefieva e Luciana Olivier apresentam “O lobo-guará e os sons do cerrado”, atividade que aproxima crianças do universo das narrativas e da relação entre natureza, cultura e imaginação. No mesmo horário, o auditório da Biblioteca recebe a mesa “A escola que fomos, a escola que somos, a escola que seremos”, com Antônio Augusto Menezes Maneira e Dilma Dutra Borges de Castro, mediada por Ulisses Pinheiro Lampazzi.
Na sequência, às 9h30, o Teatro CBMM recebe a contação de histórias “O peixe que não sabia nadar”, enquanto o auditório da Biblioteca promove o “Varal de Poemas: Eu vejo o mundo pela poesia”, conduzido pelas professoras Yasmin Amorin Viana de Castro e Rosiely Caroline Gonçalves Brito.
Às 14h, o Teatro CBMM conta “Histórias pra Boi dormir: histórias de lengalenga, contos e brincantes”, com o grupo Semeando Histórias, Tecendo Leitores. No mesmo horário, o auditório da Biblioteca recebe a mesa “Entrelinhas: O que a nova geração escreve?”, com Allexia Almeida, Nicole Keyle, Raíssa Resende e Isabelly Luiza Pimentel de Almeida, com mediação de Gisele Pimentel.
Já às 15h, o Teatro CBMM recebe “Quilombo Urbano dos Rufinos: histórias que minha vó contava”, com Rogéria Rufino e Marisa Rufino, em uma atividade que aproxima oralidade, ancestralidade e memória. No auditório da Biblioteca, acontece a mesa “O poder da literatura para as infâncias”, com Ina Arefieva, Luciana Olivier e Marlette Menezes, mediada por Íris Santiago.
Literatura, memória e olhares sobre o mundo
A programação da tarde também reúne debates voltados à literatura, à memória cultural e às transformações sociais.
Às 13h, o auditório da Biblioteca recebe a mesa “Subterfúgios e enigmas na literatura: o lugar de Bernardo Guimarães”, com Marcus Caetano Domingos e Leni Nobre de Oliveira, mediada por Érica Daniela de Araújo.
Às 16h, o espaço recebe a mesa “O lugar das crônicas no mundo”, com Mary Santos, Carlos Vinicius e Lucilene. Em seguida, às 17h, acontece o encontro “Araxá de ontem e de hoje: o que mudou no nosso lugar no mundo”, reunindo Marcus Paulo Queiróz Macêdo, Antônio Leonardo Lemos Oliveira, Leila Ferreira, Madalena Aguiar e Olavinho Drummond, com mediação de Silvéria Rita.
Às 18h, no Hall de entrada, será inaugurada a exposição “Meu Lugar no Mundo”, ampliando o diálogo entre literatura, memória e artes visuais dentro da programação do festival.
O Fliaraxá
Realizado pela Associação Cultural Sempre um Papo com patrocínio da CBMM, via Lei Rouanet e apoio da Academia Araxaense de Letras e TV Integração, o 14º. Fliaraxá – Festival Literário Internacional de Araxá – celebra os 100 anos de nascimento de Milton Santos, patrono desta edição e homenageia três personalidades: José Eduardo Agualusa, que vem de África, a professora Maria de Lourdes Bittencourt de Vasconcellos e o Mestre General de Congado Jerônimo Pereira de Lima, ambos personalidades da história de Araxá. O tema do evento é “Meu Lugar do Mundo” e assinam a curadoria, Sérgio Abranches, Afonso Borges, Rafael Nolli e Carlos Vinícius.
Serviço
14.º Festival Literário Internacional de Araxá – Fliaraxá
De 14 a 17 de maio de 2026, quinta a domingo
Local: Teatro CBMM do Centro Cultural Uniaraxá (Av. Ministro Olavo Drummond, 15 – São Geraldo)
Acompanhe programação digital no YouTube, Instagram e Facebook – @fliaraxa
Entrada gratuita
Informações para a imprensa: imprensa@sempreumpapo.com.br
Jozane Faleiro
31 992046367
@sempreumpapo I @fliaraxa I @flitabira I @fliparacatu I @flipetropolis











