Como e por que trabalhar projetos socioambientais em rede? Essa é a reflexão que o professor e pesquisador José Márcio Barros (PUC Minas e UEMG) propõe na primeira oficina do projeto ASA, iniciativa socioambiental da ST George.
“A rede pressupõe horizontalidade. No entanto, não se movimenta sozinha: precisa de articulação para ganhar dinamismo, evitando a inércia”, destaca o professor, que possui ampla experiência na articulação de projetos socioculturais.
O trabalho em rede fortalece ações e projetos sociais, educativos, culturais e ambientais ao articular diferentes protagonismos e possibilitar a identificação de objetivos comuns. Essa dinâmica favorece a cooperação, a circulação de saberes e a corresponsabilidade.
Ao integrar práticas colaborativas, a rede potencializa recursos, amplia impactos e gera aprendizagens coletivas que se configuram como uma tecnologia social transformadora. “Acreditamos na eficiência da colaboração e do fazer junto. Nossas ações visam gerar valor para todas as pessoas envolvidas, e a Rede ASA é parte desse compromisso”, afirma Michele Carvalho. gerente da área Jurídica e de Relações Institucionais.
Nessa perspectiva, trabalhar em rede vai além de uma técnica de gestão. Torna-se uma estratégia capaz de enfrentar a complexidade dos desafios sociais e ambientais por meio da cooperação e da articulação coletiva.
A oficina inaugura uma série de atividades de difusão de conhecimento promovidas pelo ASA, com a proposta de fortalecer trocas, experiências e conexões entre os projetos apoiados.
1ª Oficina ASA: “Como e por que trabalhar em rede”
Inscrições: o e-mail: conversaaberta@stgeorgebrasil.com.br
No corpo do e-mail: nome do participante e do projeto.
Horário: 19h30
Online: O link de acesso será enviado aos inscritos.










