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Home Cidades

TRABALHADORES NÔMADES

POR MARIA ÉLIDA MACHADO

Domingos Antunes Guimarães por Domingos Antunes Guimarães
16 de novembro de 2025
em Cidades, Destaques, Vida Viajante
42
TRABALHADORES NÔMADES

Ao decidirmos morar na estrada, ou viver o dia a dia em movimento, não imaginávamos o universo em que mergulharíamos. Ficamos surpresos com as muitas tribos com as quais passamos a conviver. A vida nômade não é igual para todos. Há várias modalidades, eu diria. Para mim todas geram observação e reflexão. Neste momento lembro especialmente dos meus vizinhos que trabalham pela estrada. São muitos e as suas atividades muito diversificadas.

Os serviços mais óbvios são os referentes aos pequenos consertos que as casinhas sobre rodas exigem. É preciso lembrar que temos carro e casa acoplados, precisamos de manutenção básica de ambos e mais o socorro para os transtornos causados pela rodagem permanente. Especialmente nos grandes estacionamentos de motorhomes, ou nos campings, encontramos pequenas oficinas mecânicas e auto elétricas. Normalmente os profissionais são viajantes também, já faziam esses serviços nas suas cidades de origem e, morando na estrada, continuaram suas atividades. Resolvem os problemas mais comuns com uma caixa de ferramentas onde há um pouco de tudo e muita criatividade. Nos grandes postos de combustível existentes nas rodovias pelo país afora há todo o tipo de serviço, esses mais específicos para caminhões, já aprendemos que não nos servem, as casinhas sobre rodas exigem serviços especializados. Os serviços menos óbvios são aqueles semelhantes aos existentes nas cidades e, dentre esses, o trabalho artístico me chama a atenção. Me atraem os trabalhadores das artes; os músicos e os artesãos são os que mais vizinhamos até aqui. Os músicos chegam nas cidades, tocam uma ou duas vezes, de forma gratuita, por contribuição espontânea ou trocam trabalho por refeições. Se os clientes gostam, acertam couvert e ficam até que se esgote a novidade. Deu o que tinha que dar, seguem adiante, vão tocar na próxima cidade. Uma vez vizinhamos com um artista desses por um tempo. Ao ensaiar em casa, tocava seu violão e cantava não sei se música sertaneja ou pagode, só lembro que as letras eram picantes, cantava todo tipo de sacanagem. Tocava, cantava e dançava no nosso quintal coletivo, rebolava bem ele. Viajava com a família, esposa e filho pequeno. Quando estavam à mesa, especialmente no almoço, faziam oração em voz alta, entoavam hinos de louvor e liam passagens da bíblia. Contraditório nosso vizinho músico, como somos todos eu acho. Numa hora dançava, rebolava, cantando sacanagens que até eu que não fico constrangida por qualquer coisa, ficava meio sem graça. Logo após estava ele orando com a família, de mãos elevadas ao céu. Eu me divertia com aquilo. Há também muitos artesãos morando na estrada. São muitas as casinhas que ao abrirem a porta aparecem os mostruários com todo tipo de brincos, colares, pulseiras, trabalhos super criativos, feitos com materiais variados, arame, metal, pedras, penas. Não me canso de admirá-los. Adoro sentar-me ao lado desses artistas e vê-los trabalhar. Usam poucas ferramentas, praticamente só pequenos alicates, com eles elaboram peças lindas, das mais rústicas às mais delicadas. As casinhas desses trabalhadores são simples, às vezes bagunçadas, afinal, estão ali carro, casa e ateliê. É comum que os artesãos vivam em kombis, chamadas kombihomes. Os kombeiros são outro grupo muito singular da vida viajante. Barbeiros e cabeleireiros também são frequentes pelas estradas, é comum ver uma cadeira na calçada, um cliente de capa protetora e um profissional manejando, habilmente, uma tesoura ou uma navalha. Seus clientes são outros nômades ou a população local, que opta por esse serviço, que sempre é mais barato. Massagistas são outro grupo de profissionais encontrados pelas estradas. A estrutura necessária resume-se a uma maca que é montada no parque ou na casinha mesmo, embaixo do toldo. Esta também é uma atividade que requer pouco equipamento, mas muita técnica, aliás, essa é uma característica comum no trabalho desenvolvido na vida nômade. Há os vendedores também, esses têm que contar com um mostruário possível de ser transportado na casinha. Já vizinhamos com vendedores de roupas, erva-mate, chás, vinhos. Esses vendem em suas casas, onde montam vitrines, ou andam nas redondezas comercializando seus produtos pelas ruas ou pela areia das praias. Há ainda as costureiras, as crocheteiras, as tricoteiras, enfim, trabalhadores nômades é o que não falta! E eu sigo por aí, observando os trabalhadores nômades, admirando seus trabalhos e escrevendo sobre eles. Hoje meu trabalho é escrever e vender meus livros aqui e ali. Pensando bem, acho que quase já sou um deles!

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Comentados 42

  1. GILBERTO JOAQUIM PAIXAO disse:
    2 meses atrás

    Muito interessante este trabalho nômade, são pessoas simpáticas e agradáveis que comercializam suas artes.

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      Eu gosto de conversar com eles…

      Responder
  2. Lia Mara disse:
    2 meses atrás

    É legal ver esse pessoal que vive na estrada, cada um com seu trabalho e seu jeito de tocar a vida. A estrada junta muita gente diferente, sempre aparece uma história nova. É um jeito bem livre de viver, e dá pra entender que vocês, vivendo na estrada também, acabem se sentindo um pouco como eles.

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      Passei a conhecer e admirar os trabalhadores da estrada.

      Responder
  3. Marilene de Sousa Paranaguá disse:
    2 meses atrás

    Sempre penso que viver assim deve ser divertido ou não… ao mesmo tempo.. Imagino pra quem não tem uma conta bancária fica mais complicado aí é contar com a sorte mesmo. Na maioria dos lugares as pessoas não querem saber dos seus problemas Admiro essas pessoas e suas coragens…

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      Eu também admiro. Os nômades mesmo (!) vivem somente do seu trabalho.

      Responder
    • Valesca Veiga Cardoso disse:
      2 meses atrás

      A diversidade da estrada deve ser maravilhosa…

      Responder
      • MARIA ELIDA MACHADO disse:
        2 meses atrás

        E é mesmo! O melhor da vida viajante!

        Responder
  4. José Claudio dos Santos Araujo disse:
    2 meses atrás

    Um olhar sensível para essas pessoas que vivem.a liberdade…mas num país e planeta capitalista…tem.que sobreviver…pena que a permuta ” saiu de moda”…Seria outra possibilidade de sobreviver de forma digna e humanizada…mas vida que segue!

    Responder
  5. MARIA ELIDA MACHADO disse:
    2 meses atrás

    É verdade! Obrigada pelo teu comentário que amplia a crônica.

    Responder
    • Paulo Ricardo Cirio Paes disse:
      2 meses atrás

      Viver na estrada tem sua dinâmica própria! Muito bom vocês dividirem isso conosco!

      Responder
      • MARIA ELIDA MACHADO disse:
        2 meses atrás

        Obrigada por estar aqui conosco!

        Responder
  6. Luiz Eduardo Prates da Silva disse:
    2 meses atrás

    Oi, Elida. Parabéns pela crônica. Como sempre, muito bonita e gostosa de ler. Não dá pra parar, depois de começar tem que ir até o fim pra ver a conclusão. É um mérito, porque muitos textos a gente abandona logo que começa a ler.
    Mas vou mandar esta tua crônica para um afilhado meu, também trabalhador nômade mas, acho, de outro tipo. Ele trabalha on-line e tem que ter boa estrutura e equipamentos de internet. Então vai passando de cidade em cidade, onde fica por uns meses e depois vai adiante. Agora acho que ainda está no Ceará, numa pequena cidadezinha de pescadores, há quilômetros de Fortaleza. Diz que é um local paradisíaco. A cor do mar é um negócio… Em fim. Coisa pra quem tem coragem e possibilidade de ser nômade. Abraço pra ti e o Gilberto.

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      Tem esses também…muitos pela estrada! Levam o trabalho no seu computador! Obrigada pelo comentário! E vamos trazer o teu afilhado aqui para o Exempplar!

      Responder
  7. Liana disse:
    2 meses atrás

    Muita admiração por esses trabalhadores nômades. Um dia eu tomo coragem e viro uma também ❤️

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      Vamboraaaaa…

      Responder
  8. VANDERLEI NOVO DA SILVA disse:
    2 meses atrás

    Que bom que existem essas pessoas disponíveis para prestar serviços nesses locais e até mesmo nas estradas!

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      Precisamos de socorro às vezes…os trabalhadores das casinhas nos salvam!

      Responder
  9. SILVIA BEATRIZ COSTA CZERMAINSKI disse:
    2 meses atrás

    Elida novamente mostra um mundo paralelo que a estrada proporciona conhecer. Fico refletindo sobre como a vida pode ser simples, com estruturas basicas, e assim ensina desapegos, criatividade e essencialidades…

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      É um exercício constante viver na estrada!

      Responder
  10. Almerinda pereira disse:
    2 meses atrás

    Estou amando ler estas postagens, é como conhecer o mundo pela janela dos seus olhos.

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      Que bom que estás conosco aqui também no Exempplar. Obrigada!

      Responder
  11. EUNICE REGINA POHLMANN disse:
    2 meses atrás

    Que experiência maravilhosa! Sonho de consumo de muitos mas as vezes falta coragem para o primeiro passo! Parabenizo vcs por estarem colecionando tantos momentos que ficarão eternizados na memória pra sempre! Boas aventuras pra vcs!

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      Obrigada querida! E seguimos juntas também aqui no Exempplar!

      Responder
  12. Clarice disse:
    2 meses atrás

    Mto esclarecedora tua fala. Me interessei mto pelos artesãos nômades.Parabens por uma leitura suave e linda. ABRAÇOS

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      Fazem maravilhas em estúdios improvisados! Adoro vê-los trabalhando…

      Responder
  13. ligia zappe disse:
    2 meses atrás

    Oi Viajante, bonita crônica, é um um mundo a parte,livres, compram vendem, sem ponto fixo.vivem em liberdade, conhecendo o mundo, tendo seu comércio próprio e não menos bonito e importante.

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      Adoro ouvir suas histórias. São de desapego total!
      Obrigada por estar aqui, amiga!

      Responder
    • Lica disse:
      2 meses atrás

      Boas histórias é sempre bem vinda, o melhor, é que vai ter sempre o que contar, uma boa prosa!! Um abraço carinhoso pra vocês.

      Responder
      • MARIA ELIDA MACHADO disse:
        1 mês atrás

        Obrigada por estar conosco aqui no Exempplar

        Responder
  14. Cleusa Helena Rockembach Mazuim disse:
    2 meses atrás

    Muito bom tuas crônicas! É um momento de muito aprendizado!

    Responder
  15. Cleusa Helena Rockembach Mazuim disse:
    2 meses atrás

    Muito boas…

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      Obrigada! E que bom que estás aqui!

      Responder
  16. zaira cantarelli disse:
    2 meses atrás

    Admirável teu estilo de vida. Infelizmente sou muito comodista. Se fosse viajar num motorhome, teria de levar meu staff. Este deslocamento contínuo, as intempéries, sem se fixar em lugar nenhum, me dá muito insegurança.
    Mas te desejo sempre sucesso e tuas crônicas prendem da 1a à última linha, são emocionantes relatos e percebo o q distingue os nômades, pessoas de diversas profissões está na grandeza dos pequenos gestos, na ajuda mútua.

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      A diversidade entre as pessoas para mim é muito interessante! Nada é igual para todos. A vida nômade é um exemplo! Obrigada pelo comentário!

      Responder
  17. Rosemari D. Reinhardt disse:
    2 meses atrás

    Sem dúvida, é um estilo de vida diferente, despretensioso e de muitas histórias para contar, dialogar, com enfrentamentos diários de sobrevivência, aprendizado e emoções!!

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      É isso mesmo! Vidas diferentes e interessantes!

      Responder
  18. Laura Lisboa de Magalhães Cantuária disse:
    2 meses atrás

    A diversidade das estradas é encantadora. É o que dá prazer, conhecer tantas pessoas, cada qual com sua história, cultura e habilidades.

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      2 meses atrás

      A diversidade da estrada me encanta e inspira!

      Responder
  19. Maria Eni Machado Vieira disse:
    2 meses atrás

    Cada crônica vem repleta de conhecimento e variedade.

    Responder
  20. Rosa disse:
    1 mês atrás

    Maria Élida nos brinda com experiências muitas vezes inimagináveis para “nosotros” que vivemos em casas fixas, trazendo a riqueza dos aspectos sociais e culturais das pessoas que vivem o cotidiano nas estradas. É um gosto ler as suas crônicas.

    Responder
    • MARIA ELIDA MACHADO disse:
      1 mês atrás

      Obrigada! E continua conosco aqui no Exempplar.

      Responder

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